EXAMES REALIZADOS

HIBRIDIZAÇÃO “IN SITU”

HIBRIDIZAÇÃO “IN SITU”

A hibridação in situ é um método que permite identificar o locus cromossómico onde se localiza uma determinada sequência de DNA previamente clonada. Este método tem como princípio a complementaridade das bases que reage a organização de DNA.

Esta técnica é utilizada para a detecção de vírus (ex: diversos tipos de HPV e Epstein Barr Vírus) e de outros agentes infecciosos em tecidos suspeitos de infecção, além de cromossomos e produtos da síntese celular.

O exame de Hibridização In Situ é um método de patologia molecular caracterizado pela identificação e localização de ácidos nucléicos alvo (sequências de DNA ou RNA), através da ligação complementar de sondas (sequências de DNA conhecidas, geralmente obtidas comercialmente) marcadas com moléculas cromogênicas, que conferem cor às áreas marcadas, permitindo a identificação de material genético em células.

É essencial se certificar de que o material foi bem processado desde a sua coleta inicial, para que os resultados sejam mais confiáveis e precisos. Este exame pode ser realizado em casos originalmente estudados em nosso laboratório requisitado pelo médico quando suspeita da infecção ou quando o patologista julga necessário. Pode ser realizado também através de bloco de parafina de exame realizado em outro serviço. Neste caso deverá ser enviado para nosso endereço. Deve ser acondicionado em recipientes de paredes rígidas para evitar danos e não deve ser refrigerado.

A requisição médica é um documento e deve ser preenchido corretamente, com letra legível, deve estar assinada e conter o nome do médico solicitante, CRM, carimbo e seu telefone para contato.

Deve obrigatoriamente conter nome completo do paciente, idade, sexo, etnia, antecedentes pessoais e familiares de relevância para o diagnóstico, identificação do material, topografia anatômica do mesmo.

Lembrar sempre de informar as hipóteses clínicas, resultados de exames de imagem relacionados e exames (anatomopatológicos ou outros) pregressos relevantes.

As amostras podem ser potencialmente infectantes até sua fixação. Devem ser manuseadas conforme as normas existentes. Informar ao LABPAC se houver risco infectante adicional (por exemplo: portadores de HIV, Hepatite C, etc).

Nossos agentes logísticos retiram os materiais nos Hospitais conveniados, estão preparados e treinados com Curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos – MOPP utilizando os meios necessários para sua segurança e do material.


Poderão ser entregues pessoalmente.

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